
O teu nome emerge como se aqui o tempo parasse
Navego na tua ausência, a tua distância
E de repente, surges do nada.
Na imensidão da paisagem
Apareces com vários rostos
E por aqui o enigma me interroga:
- Quem és tu?
«Apresentas-te diferente: Os teus gestos foram quebrados e estás cercado de muros e de abismos!»
Invoco a tua presença, a tua proximidade
Reúno os meus destroços, os meus estilhaços
E peço aos Deuses um sinal.
Que o teu rosto se transforme, no meu verdadeiro amor!